segunda-feira, 10 de março de 2008

reflexões 2


continuando...

Sem retirar a necessidade,diria básica,quase de sobrevivência, de "nos " possuirmos, ou seja ,de sermos donos de nós próprios, na nossa face egóica ( o que nos personaliza e define ), o que me parece ser mais importante chegar é à nossa transcendência ( aquilo que não possuímos,porque é inerente a toda a natureza,aquilo que é partilhado,aquilo que é comum a todos,como o ar que respiramos numa sala,ou o mesmo sol que nos bronzeia na praia). Chamam-lhe de muitas coisas,desde "self" a alma,desde inconsciente a Deus,desde universo auto-consciente a budha.

Odeio nomes e definições,apenas jogo com elas.

"O essencial é invisível com os olhos" disse Saint-Exupery e disse Jesus e digo eu. Quem disse?


Aquilo que nos pode ajudar a seguirmos este curto percurso terrestre é sentirmos esta nossa dimensão. Para nos entendermos ,e também para nos originalizarmos (mas seguramente que alguem deste ou doutro planeta a utiliza ou utilizou...),chamemos-lhe supramental.


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