sexta-feira, 21 de março de 2008
Dor de cabeça e aspirina
Sempre me revoltou, nas abordagens medicas em geral e nas psiquiatricas em particular, a admnistração medicamentosa automática,inquestionável e linear. Para um sintoma,um fármaco.Para um sintoma resistente,muitos fármacos,para baralhar ainda mais a questão.Perceber o sintoma é que não,dá muito trabalho..Ouvir o doente,com olhos de ouvir é que não se aprende nem quer aprender...Porque assumimos que os sintomas são resultado de disfunção bioquimica? Porque não compreendemos,que , sendo corpo e alma, mente e espirito,tudo se traduz como se em linguas diferentes,nas diversas esferas? Acreditar molemente que uma cefaleia que alivia com acido acetil salicilico se deve a carência do mesmo,é tudo menos pensamento (já não digo científico..)
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

7 comentários:
O corpo e a mente são indissociáveis e têm que ser abordados em conjunto...
"Por intermédio do corpo, a medicina aplica-se à mente...; mas o corpo é apenas uma produção da mente!"
Kalu Rinpoche, "Ensinamentos Fundamentais do Budismo Tibetano"
Então estamos de acordo...Mas como intervir, na tua opinião,na prática clínica?
Na visão budista, a mente também é uma produção..Então,só temos uma alternativa,parece.Abordar a alma.Com que instrumentos e técnicas?
É a sociedade do despacha, mesmo na medicina. Boa sorte para o inicio do serviço.
Ok,vamos ver quem ganha..o corpo, a mente, a alma.... ou o estômago para aguentar com as cisões da visão da vida e da saúde.Obrigada pelas "dicas",continuem..
Faz falta uma mudança de paradigma. Que a nossa consciência social, num todo, queira dispender de tempo e, claro, orçamento, para perceber as neuras das pessoas. Força. Ass. Patrícia
querida pat, o paradigma está mudado há que tempos...só que vivemos num mundo um pouco lento de movimentos de mudanças...para não dizer mais...
Enviar um comentário