Juntam-se os possiveis ingredientes ( em altura de todas as crises..nomeadamente de pessoas gredíveis..e credíveis...) ,aquece-se o ambiente em lareira,5 kgs de azinho,4 de sobro e o possível de pinheiro. Junta-se uma pitada de riso e um enorme abraço de amizade.Deixa-se em lume brando mexendo, de quando em quando, em suaves risadas e lembranças.As lágrimas, se soltas e livres,serão prenúncio de bom resultado,porque temperarão do pouco sal da crise picado.
Deixa-se em lume semi-esquecido mas bem temperado das várias especiarias de que o tempo e o afecto são esculpidos.Quando tiramos "as roupas" e nos esqueçemos de quem nos chamou o nome que temos, e nos lembramos de quem somos, e do nome que temos, o cozinhado deve estar "no ponto".Aí, será conveniente provarmos de novo os "gredientes" (não é difícil,é uma questão de treino do olhar...) e os ingredientes. Os que estiverem a mais deitam-se fora.
Quanto às especiarias, poder-se ão colocar mais algumas pitadas q.b.,tipo saudade, esperança,entusiasmo e quanto ao amor,pode-se por mais uma colher de sopa bem cheia.Fica sempre bem no final de todas obras,nomeadamente de culinária.
BOA SORTE,para os proximos cozinhados!!
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1 comentário:
EMENDA: "E nos lembramos do nome que SOMOS".
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